Anos 50


Esta década é o inicio de sua participação ativa no contexto da arte brasileira. Iniciou-se a carreira enviando obras aos principais Salões, como o Salão Nacional de Rio de Janeiro, Salão Paulista e as II e III Bienais de São Paulo. Antes de 1956 as suas obras tinha a característica de abstração neo-cubista, forte influência de Picasso, um dos artista admirado. Em 1959, como relatou a revista Times, seria o ano de Mabe. Ele comparece a V Bienal de São Paulo com as seguintes Obras : “Composição móvel” 130 x 130, “Pedaço de Luz” 130 x 120 e ”Espaço Branco”120 x 100. As três obras de manchas gestuais de forte impacto e traços delicados do Sumi-ê (arte caligráfica japonesa), mas com a clara necessidade de se libertar da abstração neo-cubista e partindo–se para o expressionismo abstrato. Com essas mudanças recebeu o Prêmio de Melhor Pintor nacional em 1959 das mãos do então Presidente da Republica do Brasil, Sr. Juscelino Kubitschek. Passados dez dias ele recebe o Prêmio Braun para Melhor Pintor a óleo na I Bienal de Jovens de Paris, além de uma bolsa de estudos de 6 meses.

No catálogo da 1ª Exposição retrospectiva de Mabe, realizado no clube Linense,Lins, em 1957, ele dividiu as fases da seguinte maneira:

1947 à 1949 – Escola Acadêmica
1950 à 1952 – Impressionismo e Fauvismo
1953 à 1957 – Semi abstracionismo e néo-realismo
1953 à 1957 – Abstracionismo
1953 à 1957 – Néo-realismo
1955 à 1957 – Semi-abstracionismo

A partir de 1957 ele parte para a abstração, mas, mantendo ainda algumas figuras em seus trabalhos

Galeria:
Clique nas imagens para ampliá-las e acessar mais informações sobre as obras.

  • CafezalCafezal
  • Estaleiro NiteróiEstaleiro Niterói
  • Estudo Nº 1Estudo Nº 1
  • Flor VermelhaFlor Vermelha
  • FloresFlores
  • RioRio
  • Santa TerezaSanta Tereza
  • Sem títuloSem título
  • TangerinasTangerinas
  • TrabalhadoresTrabalhadores