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O apoio a projetos culturais gera um aquecimento significativo da economia. A área cultural é geradora de renda e empregos. Dados da Fundação João Pinheiro mostra que a produção cultural movimenta cerca de 1% de PIB brasileiro. Cerca de 160 postos de trabalho são criados a cada milhão de reais investidos nesse segmento.

O investimento na restauração do patrimônio histórico e artístico nacional por meio das leis de incentivo a cultura é considerado pelos especialistas em marketing cultural, como o mais sólido vinculo entre a imagem da empresa e a sociedade brasileira. Não se trata de um evento fugaz e efêmero que termina quando cessam os fogos de artifício. É uma obra que perdura para as futuras gerações. O efeito multiplicador, em termos de retorno dessa ação, é tão efetivo que se torna difícil quantificá-lo.

A empresa investidora passa a transmitir uma imagem de benemérita e defensora da cultura nacional. A produtividade e a fidelidade funcional estão associadas aos sentimentos de orgulho e afetividade a empresa empregadora.

É uma das raras ocasiões em que a empresa ou a pessoa física tem o poder de escolher “onde e como” será direcionado o investimento dos impostos que são recolhidos pelos governos federal, estadual e municipal. A imagem institucional da empresa poderá ser difundida em um estado ou região desejada, e ao mesmo tempo estar associada a uma ação cultural peculiar. Os incentivos das pessoas físicas ou jurídicas neste projeto cultural terão direito, na Lei Rouanet, a abater 100% de dedução do imposto de renda, respeitado o limite de investimento de até 4% do imposto devido para pessoas jurídicas e 6% pessoa física. Na Lei Mendonça pode se abater até 20% do IPTU e/ou ISS e na Lei de incentivo a cultura do Estado de São Paulo (PAC) até 3% do ICMS.

A restauração do antigo Colégio Campos Salles e a implantação do Museu de Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe, com certeza é um dos maiores acontecimentos da arte moderna nacional. “O Brasil ganhará dois presentes: Um patrimônio histórico restaurado e um valioso acervo artístico a disposição da população”. Frase do então governador Geraldo Alckmin.